China joga Data Center ao mar e Google anuncia usina nuclear

O mundo está fazendo de tudo para cuidar dos dados. A China, por exemplo, joga Data Center ao mar e o Google anuncia usina nuclear.

China joga Data Center ao mar e Google anuncia usina nuclear

O projeto, em parceria com a Kairos Power, prevê a geração de 500 megawatts, capacidade suficiente para atender cerca de 350 mil residências.

Logo, a usina contará com contrato de fornecimento de longo prazo com a Tennessee Valley Authority (TVA), garantindo energia para data centers do Google no Tennessee e Alabama.

A iniciativa marca o primeiro reator nuclear avançado implantado nos EUA dentro da estratégia do Google de diversificar o abastecimento energético das unidades de data centers.

IA já consomem volumes comparáveis ao abastecimento de milhões de casas

Atualmente, não há nenhuma usina nuclear avançada em operação comercial nos Estados Unidos. O projeto de Oak Ridge, por exemplo, é um passo estratégico.

Especialistas apontam que os data centers de IA já consomem volumes de energia comparáveis ao abastecimento de milhões de residências, o que tem levado gigantes de tecnologia a buscar alternativas como energia nuclear e renováveis para garantir segurança energética.

China joga Data Center ao mar

Os data centers subaquáticos na China nasceram com objetivo de transforma o oceano em aliado do resfriamento natural. Os módulos selados eliminam sistemas de refrigeração ao serem instalados no fundo do mar.

O primeiro módulo comercial, pesando 1.400 toneladas, foi submerso em 2023. Em 2025, adicionaram um segundo módulo, com 18 metros de comprimento e mais de 400 servidores de alto desempenho, elevando a capacidade.

O sistema elimina uso de refrigeração ativa usando água do mar como trocador térmico, reduzindo o consumo de energia em até 40–60% comparado a data centers terrestres.

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