A Brasol, desenvolvedora, investidora e operadora de infraestrutura, definiu como uma das prioridades a consolidação de subestações digitais no modelo as a service. Com isso, a proposta elimina a necessidade de investimento inicial por parte dos clientes que querem desempenho energético.
Dados recentes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apontam que o consumo de eletricidade no país cresceu 3,9% em 2024, reforçando a demanda por soluções capazes de ampliar a capacidade e a resiliência da rede.
“Estamos diante de uma nova era no setor elétrico, em que eficiência e confiabilidade passam necessariamente pela digitalização das infraestruturas. As subestações deixam de ser apenas pontos de conexão e passam a atuar como centros inteligentes de controle energético”, afirma Eberson Muniz, diretor da unidade de negócios de subestações e transmissão da Brasol.
Subestações digitais ganham espaço no Brasil e entram no radar de grandes consumidores
Grandes consumidores de energia, especialmente os eletrointensivos, dependem de fornecimento estável e seguro para evitar interrupções e perdas operacionais. Nesse contexto, as subestações assumem papel central em uma das principais transformações do setor: a digitalização.
Segundo a Empresa de Pesquisa Energética, o país conta com mais de 8 mil subestações em operação, sendo cerca de 60% ainda em modelo analógico, cenário que abre espaço para a adoção de tecnologias mais eficientes, seguras e conectadas.
Com a evolução dos equipamentos, a Brasol, por exemplo, aposta na integração de subestações com sistemas de geração solar e armazenamento em baterias, formando redes mais estáveis e alinhadas às novas demandas de indústria e varejo.
“As subestações digitais representam uma evolução natural do setor elétrico brasileiro, ao combinar tecnologia, eficiência e sustentabilidade, conectando empresas à infraestrutura do futuro sem a necessidade de investimento próprio”, acrescenta Muniz.
Subestações digitais “as a service” para acelerar modernização
A companhia oferece diferentes modelos de contratação para soluções em subestações, que incluem desde a migração para alta tensão até a modernização de ativos e a construção de novas infraestruturas, sempre com foco na otimização da gestão energética dos clientes.
A estratégia também busca ampliar a flexibilidade financeira das organizações, ao transformar investimentos em capital (CapEx) em despesas operacionais (OpEx), liberando liquidez.
Ao final dos contratos, a transferência dos ativos aos clientes agrega valor de longo prazo, reforçando o posicionamento da Brasol como parceira na jornada de eficiência e sustentabilidade energética.





