Energia Solar cresce 11,4 GW no Brasil e projeção para 2026 é positiva com o ingresso de baterias. Ou seja, após adicionar 11,4 gigawatts em 2025, o setor de energia solar brasileiro comemora a abertura do mercado de baterias.
Tudo por conta da recente aprovação da regulamentação do armazenamento de energia por baterias, por meio da Lei 15.269/2025, que permite o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP).
Vale rever: Como o Brasil vai colocar baterias no lugar do diesel
O primeiro certame é dedicado exclusivamente à contratação de potência por baterias. Esses sistemas de armazenamento poderão garantir energia de usinas solares e eólicas em momentos em que não há produção. Com isso, destravando investimentos e trazendo flexibilidade ao sistema elétrico.
Baterias de armazenamento com cruciais
O uso de baterias, por exemplo, com a geração solar não se restringirá apenas às grandes usinas centralizadas. Com os equipamentos tornando-se cada vez mais acessíveis, o Brasil deverá testemunhar o crescimento dessas aplicações. Elas poderão equipar instalações residenciais e comerciais, garantindo economia e maior autonomia aos consumidores. O modelo semelhante já é uma realidade em outros países.
De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil acrescentou 8,4 GW de sistemas residenciais e comerciais de pequeno e médio porte (geração distribuída) e 3 GW de grandes usinas (geração centralizada) ao longo de 2025.
O desempenho representou investimentos de cerca de R$ 40 bilhões e geração de quase 400 mil empregos. Como o avanço, o país encerra o ano com 65 GW de potência operacional acumulada na fonte fotovoltaica.
Por fim, esses números mantêm o Brasil como um dos principais mercados de energia solar do mundo. Nos últimos anos, o país tem se posicionado com a China, Estados Unidos e Índia como os líderes globais de instalação de usinas fotovoltaicas.




