Diz-me com quantos apps você recarrega, e te direi por onde andas. Não tem jeito, sempre que você chega a uma loja ou a um supermercado, sempre está faltando aquele aplicativo para te ajudar (atrapalhar). No mundo dos carros elétricos, a história não é muito diferente disso, pois cada marca, região ou estação adota uma maneira de se pagar para carregar.
Estima-se que há pessoas que estão planejando o roteiro conforme os tipos de aplicativos aceitos no caminho. Ou seja, o problema não é mais carregar, mas sim recarregar da maneira mais conveniente.
Rumo ao 1 milhão, só com a queda das barreiras da recarga
Meios de pagamento mais eficientes e mais rápidos
Parceria entre empresas de ponta
De tantas pesquisas e amostras, a Visa enxergou a necessidade e buscou parceiros para colocar uma solução nos carregadores. A Tupi, por exemplo, ficou com a integração e comunicação, enquanto a RM Ecocargas passou a oferecer a infraestrutura necessária para testes; mais de 30 eletropostos já estão aptos a funcionar da nova maneira em postos de gasolina.
Para que uma transação de cartão funcione dentro de um carregador de carro elétrico, toda a solução, do terminal de pagamento até o banco autorizador, precisa seguir padrões internacionais rígidos e estar certificada de ponta a ponta.
A transação percorre um caminho longo em questão de segundos: sai do terminal instalado no carregador, passa pela Tupi, segue para a Visa, vai até o adquirente (empresas como Cielo, Rede e Getnet, responsáveis pelas maquininhas) e, por fim, chega ao banco emissor, que autoriza a operação.

A origem dessa inovação revela uma lição valiosa sobre o mercado brasileiro. Inicialmente, buscou-se uma solução via hardware, com parceiros chineses, mas o “momento de descoberta” veio ao perceber que o problema não era a falta de terminais, e sim a ausência de uma camada de inteligência.
A solução final dispensou a instalação de novas “maquininhas” em cada totem, concentrando-se em três frentes: pagamentos por aproximação diretamente via backend, um sistema totalmente agnóstico de hardware, capaz de operar em qualquer estação de recarga existente sem substituição de componentes, e o posicionamento da Tupi como uma plataforma de serviços, e não apenas como fornecedora isolada de software.
Solução é boa para o dono do posto?
Obstáculos reais e as respostas tecnológicas:
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Obstáculo do Usuário
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Solução Proposta
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Excesso de aplicativos e cadastros obrigatórios
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Pagamento direto (Aproximação/Pix) sem necessidade de app
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Desinformação e dificuldade de localização
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Educação de recarga e visibilidade em tempo real
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Resistência a vouchers e cupons complexos
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Transação direta, transparente e instantânea
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Ansiedade de recarga em trânsito
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Pontos em locais de conveniência (supermercados e academias)
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