A fabricante Daikin alertou no relatório de sustentabilidade, publicado em 2026, que a demanda global por ar-condicionado pode dobrar até 2030. Com base em estudos da Agência Internacional de Energia, o avanço decorre do aumento das temperaturas, da urbanização acelerada e do crescimento econômico de nações emergentes.
Portanto, o consumo de eletricidade para a climatização de ambientes registra tendência de alta de até 40% no encerramento desta década. Nesse contexto, a eficiência energética assume papel central para conter o avanço simultâneo da demanda elétrica e das emissões de gases poluentes associadas.
Especialistas indicam que os modelos mais eficientes hoje disponíveis superam em mais do que o dobro a média global dos equipamentos comercializados. Essa diferença revela o potencial técnico para mitigar o impacto ambiental sem comprometer o conforto térmico das edificações.
Metas ambientais e o cenário na América Latina
Para enfrentar o desafio, a marca implementa tecnologias do tipo inverter, bombas de calor e ferramentas avançadas de gestão energética. Além disso, o mercado de data centers surge como prioridade estratégica devido ao aumento expressivo das cargas térmicas geradas por servidores de alta densidade e inteligência artificial.
Como desdobramento das metas ambientais assumidas, a organização reduziu em 34% suas emissões líquidas de gases poluentes no ano fiscal de 2025, de modo que o resultado superou a meta inicial estipulada em 30%. No mesmo período, as emissões diretas de desenvolvimento e produção caíram para 690 mil toneladas de gás carbônico.
No cenário regional, o executivo Satoshi Okayama destaca que a expansão da climatização exige melhorias estruturais na eficiência operacional. Na América Latina, a coexistência de mercados com realidades distintas estimula debates cruciais sobre como atender à demanda elétrica de forma sustentável e planejada.
