Saiba se o diesel do biodiesel vem da Venzuela ou da Arábia. Pois é, a rastreabilidade da matéria-prima é possível. Trata-se de um controle rigoroso da qualidade têm se tornado elementos centrais para a consolidação dos biocombustíveis como alternativa à descarbonização.
Em um cenário em que a indústria exige conformidade regulatória e a origem dos insumos. Afinal são fatores decisivos para assegurar desempenho, durabilidade de motores e segurança operacional.
Nesse contexto, o IQA – Instituto da Qualidade Automotiva atua de forma contínua por meio de certificações e auditorias independentes, garantindo a confiabilidade da cadeia produtiva do biodiesel. Ou seja, desde a origem da matéria-prima até o produto final entregue ao mercado.
Saiba se o diesel do biodiesel vem da Venezuela ou da Arábia
Um dos principais instrumentos desse processo é a atuação do IQA no Programa Bio+ de Certificação de Biodiesel, desenvolvido pela ABIOVE. O programa estabelece critérios rigorosos de sustentabilidade, rastreabilidade da matéria-prima e qualidade do biodiesel.
Atualmente, a iniciativa certifica 12 empresas, responsáveis por cerca de três milhões de metros cúbicos de biodiesel por ano, volume que representa aproximadamente 40% da produção nacional, com papel relevante no fortalecimento da economia verde brasileira.
Para a indústria automotiva, a adoção de combustíveis certificados se traduz em maior previsibilidade de desempenho, além da redução de riscos aos sistemas de injeção e aos sistemas de pós-tratamento de emissões, cada vez mais sensíveis à variabilidade do combustível.
“As metas globais de redução de emissões têm acelerado mudanças estruturais na matriz energética. A atuação técnica consolidada do IQA assegura que os biocombustíveis atendam aos mais elevados padrões de qualidade, oferecendo confiança para fabricantes e operadores”, afirma Sergio Fabiano, gerente de Expansão e Inovação do IQA.
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