ONS mantém projeções de expansão para todas as regiões

ONS mantém projeções de expansão para todas as regiões

ONS mantém projeções de expansão para todas as regiões. O boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) para a semana de 08 a 14 de fevereiro de 2025 mostra avanços no Sistema Interligado Nacional (SIN) em comparação com o período homólogo.

Segundo os dados, o SIN registrou um aumento de 3,3% (86.063 MWmed). O submercado Norte lidera o crescimento, com 5,6% (7.777 MWmed), seguido pelo Sudeste/Centro-Oeste, que apresentou alta de 3,4% (48.681 MWmed).

ONS mantém projeções de expansão para todas as regiões

As regiões Sul e Nordeste também avançaram, com expansões de 2,9% (16.025 MWmed) e 2,1% (13.580 MWmed), respectivamente.

As previsões dos índices de Energia Armazenada (EAR) apontam que três dos quatro subsistemas poderão encerrar o mês acima de 70%.

Índices de energia armazenada estão acima

A região Norte se destaca com um índice de 94,6%, enquanto o Nordeste e o Sudeste/Centro-Oeste devem alcançar 80,9% e 72,2%. A região Sul, por sua vez, deve terminar com 59,1%.

Em relação à Energia Natural Afluente (ENA), somente o subsistema Norte deve ultrapassar a Meta de Linha de Transmissão (MLT), atingindo 107%.

O Nordeste e o Sudeste/Centro-Oeste apresentam projeções de 88% e 85%, respectivamente, enquanto o Sul pode alcançar até 75% da MLT.

Pela segunda semana consecutiva, o Custo Marginal de Operação (CMO) está zerado nos subsistemas Nordeste e Norte. Nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul, o CMO ficou fixado em R$ 102,34.

 Vantagem de manter as projeções positivas

Manter projeções positivas traz diversas vantagens para o setor elétrico brasileiro. Primeiro, demonstra estabilidade e robustez do sistema, garantindo que a demanda energética será atendida de forma contínua e segura.

Isso aumenta a confiança dos investidores e facilita o planejamento de novas expansões e melhorias na infraestrutura.

Além disso, projeções positivas servem como base para políticas públicas e privadas, incentivando investimentos que modernizam o sistema e reduzem riscos operacionais.

Por fim, um cenário energético promissor contribui para a redução dos custos operacionais e beneficia o consumidor final, assegurando um fornecimento confiável e sustentável de energia para todo o Brasil.

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